segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Dia 15 de Julho de 2009

Chegamos em Lima por volta de 9:30 da manhã. Céu nublado, achei que ia chover. Até parece. Pegamos nossa bagagem, infringimos uma lei e fomos ao encontro da MAMÃE. Que nada. Não tinha ninguém esperando pela gente.




Liguei para a mãe de Daltinho, que me deu o tel da Tia da Lucia que ligou para ela e avisou que estávamos esperando. Confusão com fuso horário de duas horas. Esperamos por duas horas a chegada desesperada da mãe e da madrinha coruja. Foi lindo.







Pegamos um táxi. Titcho era nosso motorista
 






e nos levou de Callao até Barranco, bairro onde mora Lucia e que fica a uns 40 minutos do aeroporto. Foi meu primeiro contato com o surreal transito de Lima, mas depois falo disso. Pela primeira vez, vi o pacífico. Foi emocionante ver como é do outro lado. O Bairro de Barranco tem esse nome porque fica literalmente em um Barranco. São quilômetros e quilômetros de Falésias de uns 15 metros de altura que compõe toda a orla, aqui chamada de Malecón. Muito legal mesmo.









    A casa de Lucia foi uma escola de primeiro grau durante anos e que agora é um espaço onde em cada sala, ou funciona algo, como ateliers e estudios ou mora alguém. A entrada é mantida decorada como era no tempo de escola pois a dona sofre de alzimer e seu marido a leva para lá para que ela possa reviver bons momentos. Bonito né? O quarto de Lucia é bem grande e confortável. Tem um banheiro espaçoso com uma banheira linda.





Deixei Mari e Tito resolvendo suas saudades e fui almoçar com a Lu em um restaurante típico ali perto. Foi meu primeiro contato com a comida peruana. Adorei. Uma sopa esquisita (esquisita mesmo, em português) e um macarrão com molho verde e um bifão. Equicito. Agora sim, delicioso.




A moeda do Peru é o Sol ou Soles no plural. 1 dolar, hoje vale 2 reais e 3 soles. Então nosso dinheiro vale um pouco mais no Peru.  E a comida é especialmente barata.

  









A noite, eu e Mari saímos para jantar com o Tito. Fomos a um restaurante de comida chifa. Comida chinesa mas peruana. Muito boa, Tito não parava de brincar com os outros. Depois fomos tomar uma cerveja em um bar próximo.





Mudamos de bar por conta da cerveja quente. A cerveja é vendida em jarras nos bares. E são deliciosas. Tem a Cusquena, a Cristal (não aquela podre do Brasil, mas do Time de futebol peruano) e a Pilsen. Todas maravilhosas e melhores do que as nossas. Mesmo. Mas um pouco mais cara.



La Noche

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